Outubro Rosa

Governo de São Paulo coloca o HB/HCM como referência para o país em captação de órgãos e tecidos

27/04/2018

Dra. Marizete Monteiro, coordenadora do Sistema de Transplantes do Estado de São Paulo (SET-SP), esteve no Hospital de Base (HB) de Rio Preto na manhã desta quinta-feira, 26 de abril, para apresentar um panorama sobre as doações no Estado de São Paulo aos 40 representantes das 14 Comissões Intra-Hospitalares de Doações de Órgãos e Tecidos (CIHDOTT) de Rio Preto e Região. As CIHDOTTs são equipes especializadas em abordar os familiares de potenciais doadores para viabilizar doações e que atuam em hospitais da região.

Além disso, a médica do SET traçou um comparativo entre as Organizações de Procura de Órgãos (OPOs) e colocou a atuação da OPO-HB como referência para todas as outras Organizações. “Se comparássemos o HB a um país, o hospital seria o maior, como é a Espanha em questão de doadores viáveis. Se comparássemos a um Estado brasileiro, seria Santa Catarina. Ou seja, a OPO do HB é a referência no assunto, inclusive nacionalmente” comparou a coordenadora durante a apresentação.

Já o coordenador da Organização no HB, Dr. João Fernando Picollo, atribuiu os altos números ao trabalho em parceria com os colegas de 16 CIHDOTTs. “Temos a menor taxa de recusa do Estado (27%) e o maior número de doadores viáveis (34, em 2017). Se isolássemos os números para os da Funfarme, certamente não seriam tão expressivos como são hoje. Isso se dá graças à participação de todos em nossos treinamentos de abordagem familiar e, claro, à dedicação de vocês”, apontou, Dr. Picollo.

Ainda quando se reuniam no mezanino do HB, uma captação de múltiplos órgãos de um doador de 12 anos ocorria no Hospital da Criança e Maternidade (HCM). Foram doados fígado, rins, pulmão e córneas e a ação mobilizou cirurgiões do HCM, de outras entidades de saúde, polícia militar e guarda civil. “Nós estamos desenvolvendo trabalho com todas as OPOs do Estado para que um curto prazo todos consigamos essa baixa taxa de recusa de doações, como aqui na Fundação. Além disso, o Estado de São Paulo está abrindo vaga para que o SUS pague transplante em hospitais particulares, se eles quiserem. Tudo com a intenção de trabalharmos com a excelência que vemos no HB e de ajudar a salvar mais vidas”, pontua Dra. Marizete.


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